Sun Coral @ Day Light (Português)

Depois de um artigo sobre este coral ficam agora umas fotos e video (resolução de 360p e 480p) do mesmo totalmente aberto com as luzes ligadas:

Video:

√Ȭ†poss√≠vel¬†observar que o coral mesmo com luz directa, com o tempo ele vai-se habituando a tolerar a mesma. Se for alimentado sempre a uma determinada hora ele tamb√©m vai abrir sempre nesse¬†per√≠odo¬†a espera de ser alimentado.

A alimentação geralmente consiste na seguinte formula:

  • Junto num recipiente TMC Nutraplus + rotiferos e cyclops congelados + Cyclop-eeze;
  • Coloco alguma √°gua salgada e misturo tudo ate ficar tudo uniforme;
  • Com uma pipeta administro directamente no Sun Coral assim como todos os LPS e os pr√≥prios SPS tb v√£o apanhando.

No entanto também alimento de vez em quando o Sun Coral e os LPS com artémia e mysis congelado.

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Sun Coral (Português)

Quando as luzes se desligam nasce um novo Sol no aqu√°rio:

Este coral Tubastrea aurea, também conhecido como Sun Coral pertence á categoria dos NPS (non photosintetic coral) porque não possuiu a alga simbiótica que permita fazer fotossíntese. Assim sendo ele necessita de ser alimentado pólipo a pólipo de  modo a poder manter este coral no aquário.

Neste video é possível ver como é feita a sua alimentação:

Também é possível remover o coral para um balde e alimentar fora do aquário dentro do balde. No entanto o importante é ir alimentado o coral regularmente (1-2-3x por semana dependendo da quantidade).

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DIY Fan Cooling System Upgrade (Português)

Com a chegada em for√ßa do Ver√£o decidi aumentar a capacidade de refrigera√ß√£o aumentando o n√ļmero de ventoinhas no sistema de refrigera√ß√£o e passando o sistema para a parte de tr√°s do aqu√°rio.
O Upgrade consistiu em colocar mais 4 ventoinhas a somar as 5 ventoinhas que ja tinha.
Esta nova calha de ventoinhas foi feita exactamente da mesma forma que a anterior calha.
Resultado final:

Com este Upgrade consigo controlar ainda melhor as temperaturas e baixar mais a temperatura da √°gua.

Uma outra vantagem √© que n√£o s√≥ o aqu√°rio √© refrigerado como as¬†l√Ęmpadas¬†da calha de ilumina√ß√£o. isto faz com que as¬†l√Ęmpadas¬†T5 operem a temperaturas inferiores aumentado a sua longevidade e potencia de ilumina√ß√£o.

Uma outra vantagem ainda √© n√£o permitir que o calor emitido pela calha de¬†l√Ęmpadas¬†T5 chegue √† superf√≠cie da √°gua.

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Colónias de Australomussa rowleyensis vindas de Timor (Português)

Segundo a reefbuilders apareceram uns novos corais vindos de Timor:

Australomussa rowleyensis is not quite a chalice coral, not quite an LPS and although it once was just an unusual curiosity that was sometime spotted in shipments from Indo and Australia, this amazing crop of Australomussa from Timor Indonesia is a whole new animal.

E já alguns frags:

Restante parte da noticia em:

http://reefbuilders.com/2010/06/25/australomussa-rowleyensis-colonies-timor-indonesia-put-coral-map/

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Fotos Aquário de Junho 2010 (Português)

Aqui ficam algumas gerais, desta vez com tudo ligeiramente mais arrumado, apesar de ainda haver muitos corais por colar e colocar no sitio correcto:

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Ilumina√ß√£o: Calha l√Ęmpadas T5 (Portugu√™s)

A calha que equipa o aqu√°rio √© toda ela composta por l√Ęmpadas do tipo T5 e √© o modelo Solstar 8X 54W + Led moonlight (Aqua-Eden).

O uso desta calha neste aqu√°rio permitiu colocar um grande conjunto de l√Ęmpadas diferentes com diferentes espectros de forma a poder tirar o maior partido das cores dos corais e dos peixes. Ela fornece igualmente um fonte de luz muito intensa mais que suficiente para um Reef deste tamanho e as¬†l√Ęmpadas¬†T5 fornecem valores PAR muito elevados (aconselho tamb√©m a verem esta tread na ReefCentral onde s√£o medidos aos valores PAR em v√°rios aqu√°rios e em v√°rias zonas do aqu√°rio). Uma outra¬†caracter√≠stica¬†muito importante deste tipo de ilumina√ß√£o √© que o aqu√°rio n√£o tem zonas escuras e/ou sombras porque a luz como √© emitida ao longo do tubo da¬†l√Ęmpada¬†T5 permite ter uma ilumina√ß√£o uniforme ao longo de todo o aqu√°rio.

A calha emite algum calor, mas n√£o muito elevado e com o sistema de ventoinhas fixadas na lateral do aqu√°rio a temperatura das mesmas diminui. Um dos factores que leva a que as¬†l√Ęmpadas¬†mais rapidamente se desgastem √© a temperatura portanto ao se ter o sistema de ventoinhas no topo do aqu√°rio n√£o¬†s√≥¬†se arrefece a √°gua como tamb√©m se aumenta a longevidade das l√Ęmpadas.

Os resultados obtidos com este tipo de ilumina√ß√£o s√£o muito bons a todos os n√≠veis. A n√≠vel energ√©tico n√£o √© t√£o bom quando o sistema de Leds, mas √© melhor que o sistema HQI. No entanto como todo o tubo T5 emite luz ao longo do seu comprimento e se pode juntar 8 tipos de¬†l√Ęmpadas¬†diferentes com diferentes¬†caracter√≠sticas e espectros,¬†obt√™m-se cores que s√£o¬†imposs√≠veis¬†de obter noutros sistemas e como¬†j√°¬†foi referido anteriormente o aqu√°rio fica sem zonas com sombras ou penumbra, ficando uma ilumina√ß√£o uniforme que permite que os corais tenham as suas melhores cores de qualquer face que seja visto.

A calha em questão é a seguinte:

Aqui temos a mesma calha com os Leds que servem de moon light, isto é, quando as luzes se desligam todas ficam estes 3 Leds ligados. Visualmente fica muito bem porque os corais ficam durante todo este período em luminescência e também permite que os peixes possam estar mais à vontade no aquário:

Finalmente temos a calha com todas as¬†l√Ęmpadas¬†ligadas onde √©¬†poss√≠vel¬†observar os diferentes espectros emitidos pelas¬†l√Ęmpadas:

1- Philips Activiva
2- Osram Skywhite
3- Sylvania CoralStar Actinic
4- Philips Activiva
5- Sylvania CoralStar Actinic
6- Osram Blue
7- Sylvania Aquastar
8- Philips Activiva

Mais tarde foram colocadas¬†s√≥¬†algumas¬†l√Ęmpadas¬†especiais para aumentar a¬†fluoresc√™ncia¬†dos corais e peixes. As¬†l√Ęmpadas¬†foram:

  • Korallen-Zucht fiji purple (real√ßa os tons mais vermelhos)
  • ATI blue plus (l√Ęmpada¬†com um azul mais claro)
  • ATI TrueActinic (√© uma¬†l√Ęmpada¬†verdadeiramente¬†act√≠nica, emite uma luz um pouco roxa)
  • ATI Aquablue special (luz branca)

Espectro

Osram Skywhite

Philips Activiva

Osram Blue

Sylvania CoralStar

Korallen-Zucht fiji purple

ATI TrueActinic

ATI blue plus

ATI Aquablue special

Iluminação HQI

Um outro tipo de ilumina√ß√£o que √© recorrente observar em aqu√°rios marinhos √© a ilumina√ß√£o por l√Ęmpadas HQI. Estas t√™m¬†tend√™ncia¬†a ser de watts extremamente elevados (50W-400W por¬†l√Ęmpada) e portanto so s√£o colocadas 1-2-3 em um aqu√°rio. Caracterizam-se por ter um forte intensidade e em provocar o efeito de shimmering:

Posto isto este tipo de ilumina√ß√£o tem¬†tend√™ncia¬†a ter grandes consumos de watts. Tem igualmente¬†tend√™ncia¬†a produzir grande calor e como a luz vem de 1¬†s√≥¬†ponto e ao contr√°rio das¬†l√Ęmpadas¬†T5 provoca zonas mais iluminadas ou mais sombrias¬†conforme¬†a zona do aqu√°rio e a posi√ß√£o da luz. Tamb√©m n√£o permite ter¬†m√ļltiplos¬†espectros diferentes porque temos um numero muito reduzido de¬†l√Ęmpadas. Existem solu√ß√Ķes que para colmatar este facto juntam¬†l√Ęmpadas¬†HQI com¬†l√Ęmpadas¬†T5 na calha:

Iluminação Leds

A ilumina√ß√£o por Led tamb√©m cria o mesmo efeito de shimmering que a ilumina√ß√£o por HQI cria e caracteriza-se por um consumo bastante mais baixos que as HQI e tamb√©m que as T5. Caracteriza-se igualmente ter um custo muito mais elevado. A dura√ß√£o dos Leds tamb√©m √© superior √° dura√ß√£o das¬†l√Ęmpadas¬†T5 e HQI que s√£o¬†substitu√≠veis.

Exemplo de uma calha Leds:

Este tipo de ilumina√ß√£o ainda √© muito pouco usado principalmente pelo seu elevado custo e pela ainda baixa utiliza√ß√£o em aqu√°rios. No entanto est√° em crescimento e cada vez mais existem solu√ß√Ķes que tentam aumentar a competitividade destes sistemas para os HQI ou T5. Na InterZoo de 2010 a grande novidade foi a utiliza√ß√£o de Leds e no lan√ßamento de muitas novidades nesta √°rea.

Existem inclusive solu√ß√Ķes em que se pode colocar numa calha do tipo T5 nos encaixes das l√Ęmpadas uma r√©gua de Leds:

http://reefbuilders.com/2010/05/28/econlux-plug-play-led-replacements-power-compacts-t5-t8-fluorescent-tubes/

Iluminação Plasma

Este tipo de iluminação é extremamente recente, no entanto promete gandes resultados devido á sua enorme capacidade de emitir luz muito intensa e consumir poucos watts:

http://reefbuilders.com/2010/02/02/new-seashine-lifi-plasma-light-rolling-out-soon-game-changer-gets-initial-pricing/

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Fotos Aquário de Maio 2010 (2) (Português)

Mais algumas Macros de alguns peixes e corais, desta vez de 30 Maio (link para LiveAquária para consultar características):

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Ref√ļgio: Mangues & Macro Alga Chaetomorpha

Uma forma de conseguir complementar o escumador na fun√ß√£o de remover os nitratos e fosfatos do aqu√°rio pode ser conseguido atrav√©s do uso de um Ref√ļgio. Um ref√ļgio √© simplesmente um¬†aqu√°rio/recipiente que est√° ligado ao circuito da √°gua do aqu√°rio e onde s√£o colocados organismos vivos que de forma natural nos ajudam a manter o nosso aqu√°rio de¬†recife. No caso do aqu√°rio que est√° exposto neste blog o Ref√ļgio consiste em ter uma divis√£o na Sump pr√≥pria para o que aqui foi descrito e que alberga uma esp√©cie de macro alga e uma esp√©cie de mangrove.

Inicialmente não estava previsto a utilização de mangues no sistema, no entanto mais tarde veio complementar o uso da macro alga por ter um efeito benéfico para o aquário e uma manutenção praticamente nula.

Setup

  • Sump com 3 divis√≥rias, inserida na parte de baixo do m√≥vel.

  • As¬†ra√≠zes¬†dos mangues foram colocados dentro de areia que est√° contida dentro dessas duas caixas¬†pl√°sticas¬†na zona da bomba de retorno.

Iluminação

  • Mini-calha 2x 18w pll 6500K para a macro alga, by Aqua-Eden (poss√≠vel¬†observar na foto em cima)
  • Mini-calha com suporte no vidro 1x 18W pll 6500K, Blau

Mangrove – Mangue

Os mangues usados para este aqu√°rio foram os Red Mangrove Propagule (Rhizophora mangle), sendo que a¬†luz que melhor se encaixa para estas plantas √© aquela que √© mais parecida com a luz natural, neste caso por volta dos 6500K. Podem-se usar os mais variados tipos de¬†l√Ęmpadas¬†desde que se respeite o espectro e uma boa intensidade que a¬†l√Ęmpada¬†emita. Os Mangues s√£o de crescimento lento/m√©dio e para al√©m de consumirem os nitratos e fosfatos do aqu√°rio ao in√≠cio e durante a forma√ß√£o e crescimento das¬†ra√≠zes¬†tendem a consumir bastante Magn√©sio.

  • Fotos mangues a 26 Fevereiro

  • Fotos mangues a 3 Junho

Como é possível observar pelas fotos existiu um crescimento bastante significativo estando alguns mais desenvolvidas do que outros.

O uso de Mangues no sistema tal como foi referido anteriormente é muito benéfico para consumo de nitratos e fosfatos, tendo sido isso provado em alguns estudos:

  • Nitratos

  • Fosfatos

No meu aqu√°rio desde que este completou o ciclo (1 m√™s), posso garantir que at√© agora e em 4 meses os nitratos e os fosfatos se t√™m mantido indetectaveis pelos Kit de medi√ß√£o da JBL. Claro que tudo influencia estes valores desde as TPA’s, ao escumador, as rotinas de manuten√ß√£o, no entanto tenho a certeza que os mangues s√£o uma grande ajuda para manter estes valores sempre controlados.

Existem pessoas que nas caixas plásticas onde estão as raizes dos mangues em vez de usarem areia de coral usam um produto chamado Miracle Mud que proporciona elementos e minerais que os Mangues vão absorver pelas raízes de forma a evitar que estes consumam magnésio e alguns trace elements da água e que os corais também precisam para se desenvolverem.

Fontes de informação sobre Mangroves/Mangues

Macro Algas

No segundo compartimento da sump foi colocada a macroalga Chaetomorpha. Esta alga é muito utilizada nos aquários de recife por ter um crescimento rápido e consequentemente consumir também rapidamente nitratos e fosfatos e por não libertar esporos ou outro tipo de sementes que mais tarde possam vir parar ao aquário principal e criem uma praga dentro do aquário. Uma alga também muito comum e que é usada nos aquários de recífe é a Caulerpa mas esta pode libertar esses esporos e portanto acaba por não ser muito aconselhado o seu uso no aquário.

  • Fotos da Chaetomorpha

Esta macro alga juntamente com os mangues constituem o ref√ļgio do meu aqu√°rio.

No entanto existem outros tipos de macro algas como a Botryocladia uvaria que se caracteriza por ter uma cor avermelhada ou a Ulva sp. que pode inclusivamente ser encontrada na nossa costa e que vem dar as praias Portuguesas. Estas duas algas podem ser consumidas por peixes herbívoros caso eles lhe ganhem o gosto e consomem igualmente Nitratos e Fosfatos do sistema.

Geralmente as macro-algas consomem os nitratos e fosfatos a uma velocidade muito maior que os mangues devido ao seus muito r√°pido crescimento, no entanto requerem alguma manuten√ß√£o (lavagem de 15 em 15 dias). T√™m ainda duas vantagens que √© a de servirem de filtro mec√Ęnico caso estejam na Sump e isto aplica-se √† Chaetomorpha que como se pode ver nas fotos √© muito densa e¬†tamb√©m acumulam imensos micro-organismos muito importantes para o sistema. Por exemplo copepods,¬†que servem de alimento a muitos peixes que nos temos no nosso aqu√°rio, nomeadamente √†¬†fam√≠lia¬†dos Mandarins (Dragonets).

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Fotos Aquário de Maio 2010 (Português)

Como ainda não tinha colocado nenhumas fotos do aquário, coloco agora estas fotos ja de 8 Maio. No entanto certamente mais tarde colocarei outras fotos com a evolução do aquário até chegar a este ponto.
Aqui ficam algumas fotos:

  • Gerais

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Montagem do aquário (Português)

Após o planeamento do aquário o passo seguinte é planear o setup que vai encaixar no aquário desenhado.

O setup escolhido para esta montagem foi o seguinte:

Como √©¬†poss√≠vel¬†observar o setup este contempla todos os equipamentos necess√°rios para colocar o¬†aqu√°rio¬†a funcionar nas devidas condi√ß√Ķes (existem “n” setups diferentes e grendes discuss√Ķes √° volta dos mesmos, no entanto esta foi a escolha feita). As bombas de circula√ß√£o mais tarde sofreram um upgrade para uma Vortech MP40W e o m√©todo de pinga pinga de kalk foi removido para utilizar m√©todo de Balling Light da Fauna marin, no entanto tudo o resto se¬†mant√©m.

O primeiro passo para fazer a montagem foi idealizar o Layout. Para tal, iniciou-se por pensar na forma que se queria que o layout tivesse e so mais tarde se tentou montar esse layout (ainda fora do aqu√°rio):

Assim que se conseguiu conjugar mais ou menos as peças, então passou-se para a montagem no aquário. As rochas foram enviadas por correio portanto não tive oportunidade de escolher o que queria, foi simplesmente conjugar de peças disponíveis. Simplesmente para a rocha morta pedi 4 plates grandes de forma a fazer efeito de escada e com muito espaço onde colocar corais.

Rocha ja dentro do aqu√°rio:

Nesta fase é necessário ter uma esponja para ir mantendo sempre as rochas molhadas. Estas estiveram a ciclar durante algumas semanas portanto é importante que esta fase seja extremamente rápida por forma a manter as colónias de bactérias que se formaram intactas. Para isso, é claro importante que o posicionamento das rochas ja esteja pre-definido de forma a sair um bom layout logo á primeira.

As rochas também foram assentes directamente sobre o vidro e so depois foi colocada a areia.

No final temos a rocha toda disposta dentro do aquário pronto ja para encher e igualmente introduzir a areia que foi previamente também passada por água para tirar algum lixo que viesse acumulado.

At√© chegar a este ponto n√£o se demorou mais que 30 minutos. A partir da√≠ foi-se enchendo o tanque at√© a rocha ficar totamente submersa. √Č igualmente importante ter previamente acumulado grandes quantidade de √°gua de osmose e a boas temperaturas, portanto o planeamento e o in√≠cio da montagem na verdade come√ßa muito antes. Temos que ter o layout planeado, produzir e armazenar √°gua de osmose salinada e aquecida e ter todos os equipamentos prontos para entrar em ac√ß√£o.

Este foi o resultado final obtido. Da para observar alguns filtros e aquecedores ainda tudo dentro do aquário. Foi somente do forma temporária até colocar a Sump 100% operacional.

√Ārea t√©cnica:

Nesta altura ainda extremamente desarrumada mas ja com os equipamentos instalados.

Finalmente o aqu√°rio 8 dias depois da montagem:

Portanto como √©¬†poss√≠vel¬†observar o processo de montagem n√£o √© muito complicado,¬†s√≥¬†tem que ser devidamente planeado todos os passos at√© chegar ao dia da montagem. ¬†Apesar de aqui n√£o estar exposto, mas √© necess√°rio tamb√©m previamente colar e instalar a tubagem e ligar todo o sistema que vai fazer o circuito entre o aqu√°rio e a Sump. √Č uma parte que tamb√©m tem que ser planeada com muito cuidado porque visto que os tubos s√£o colados ira depois ficar permanente e √© uma parte muito¬†sens√≠vel¬†a fugas de √°gua.

Aqui tentei indicar quais os pontos chaves para se obter uma boa montagem, obviamente que existem muitas outras coisas que aqui não estão expostas mas que têm que ser feitas obrigatoriamente e que são igualmente importantes, no entanto penso que o foque maior foi naqueles pontos onde é comum encontrar mais erros ou dificuldades ao montar o aquário.

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Desenho do aquário (Português)

Para o início do aquário que foi montado começou-se por decidir as medidas do aquário, móvel, sump, coluna seca e todos os pormenores associados.

Para desenhar o aquário foi utilizado o Google Sketchup, que é um programa que facilmente permite visualizar aquilo que se pretende e pode ser manipulado e visto em 3D.

Antes de mais foi necess√°rio decidir as medidas do aqu√°rio. Para a altura e largura ficou desde in√≠cio decidido as medidas de 55cm e 60cm respectivamente. Estas medidas s√£o muito comuns em aqu√°rios marinhos e s√£o um bom compromisso entre ter bastante espa√ßo e margem de manobra para ter corais e controlar a litragem do aqu√°rio. Para o comprimento estava em d√ļvida entre os 120cm e os 130cm, mas foi decidido os 130cm porque:

  • Permite na mesma uso de calha de ilumina√ß√£o de T5 54W;
  • Torna o aqu√°rio mais comprido que √© muito ben√©fico para os peixes Tang;
  • Aumenta pouco a litragem;
  • Compensa o uso da coluna seca interior;

De seguida foi decido o tamanho da Sump e aquilo que √© pretendido que a mesma albergue (para al√©m do espa√ßo apra escumador e ref√ļgio, um espa√ßo interm√©dio para colocar um refugio com macro-algas):

Finalmente o desenho do móvel, com todos os elementos la colocados:

Existem alguns pormenores que foram tidos em aten√ß√£o logo desde o arranque o projecto. Nas portas do m√≥vel existem algumas prateleiras pequenas, mas que permitem a coloca√ß√£o de imensas coisas que s√£o¬†√ļteis¬†ter sempre √† m√£o. Existe igualmente uma prateleira interior com o¬†prop√≥sito¬†de colocar bomba doseadora para uso do m√©todo de Balling e os seus reagentes.

Na traseira do m√≥vel foi igualmente colocada uma t√°bua para poder afixar fichas¬†el√©ctricas,¬†l√Ęmpada¬†UV, bomba de reposi√ß√£o, entre outros elementos. Existem igualmente fura√ß√Ķes para poder passar cabos.

Para al√©m da Sump existe um pequeno aqu√°rio √° frente da mesma que serve para armazenar √°gua de reposi√ß√£o. Ao lado da Sump existe igualmente outro aqu√°rio que vai ter √°gua nova para as TPA’s e ao lado deste um Jerrican para √°gua usada.

Este aqu√°rio e Jerrican foram logo projectados de arranque porque foi logo pensado ter um sistema de TPA’s autom√°ticas e consequentemente era necess√°rio logo de in√≠cio pensar em tudo aquilo que se pretendia implementar. Esse sistema de TPA’s foi implementado e tem estado em funcionamento autom√°tico com bom funcionamento.

A dimensão da Sump também teve em conta o espaço para caber um escumador Deltec APF600, um refugio com iluminação e bastante espaço e uma bomba de retorno Aqua Medic Ocean Runner 3500.

Olhando actualmente para o projecto inicial n√£o h√° grande altera√ß√Ķes que agora tenha visto que foram mal projectadas. Existe sempre um ou outro pormenor que n√£o se pensa logo ao in√≠cio no projecto, mas nada de especial.

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DIY Sistema TPA’s automáticas (Português)

Uma parte importante que necessariamente tem que ser acautelada em um aqu√°rio marinho s√£o as mudan√ßas de √°gua (TPA’s).

Normalmente esta é a parte mais chata do aquário porque envolve na grande maioria das vezes passar tubos pelo meio da casa e andar com bombas de água para trás e para a frente.

Para minimizar esta tarefa e para ajudar a uma melhor manuten√ß√£o do aqu√°rio implementei um sistema de TPA’s autom√°ticas. O sistema consiste nos seguintes¬†items:

  • 2 x bombas da Tunze 5000.020. Estas bombas funcionam entre 9V-12V, custam 15‚ā¨ cada e s√£o usadas pela Tunze no seu sistema Universal Osmolator;

  • 2x¬†Transformador Externo Universal 12V – 1000 mA;

12v wall adapter

  • Tubo de rega 4-6mm da Gardena que se pode encontrar num AKI por exemplo e tamb√©m umas curvas da Gardena;

curva 4-6mm gardenatubo 4-6mm gardena

  • 1x programador digital t√≠pico que se encontra em qualquer grande superf√≠cie;

Assim sendo o sistema que se quer montar é o seguinte:

Cada bomba da Tunze esta ligada a um transformador e os transformadores também são iguais. Estes transformadores estão ligados ao programador digital, portanto quando as bombas entram em ON/OFF entram ao mesmo tempo. A seguir foi so colocar o tubo conforme está no esquema e o circuito que cada bomba faz é igual ao circuito da outra bomba, para se garantir que ambas as bombas vão debitar a mesma quantidade de água no mesmo espaço de tempo.

Assim sendo e estando o sistema montado 1 minuto ON corresponde 1 litro de água. Assim sendo a partir da 20h da noite e depois de hora em hora as bombas ligam 1 minutos até perfazer 5  minutos (5 litros).

O recipiente da água nova leva 40L, no entanto só é cheio até aos 30L. Ja o recipiente da agua usada tem 20l e é um jerrican para ser facilmente transportável.

Este sistema tem estado em funcionamento há ja 3 meses em forma automática e tem funcionado muito bem. A confiança no sistema é muito elevada. No entanto e mesmo caso haja desconfiança no modo automatizado é possível fazer o que quisermos a partir do programador digital. Podemos manter o sistema em OFF e de vez em quando clicar no Botão ON e deixar correr por 15-20 minutos ou outro tempo qualquer conforme o numero de litros que queiramos mudar.

As bombas Tunze foram colocadas a funcionar a 9V porque o transformador é regulável. Não há necessidade de as forçar a funcionar a 12V porque so as ia desgastar mais e o rácio 1 minutos Р1 litro é obtido com as bombas a 9V.

Finalmente deixo uma foto de como a Sump estava já há algum tempo atrás no entanto da para perceber como está organizada a parte debaixo do aquário.
Desta forma as TPA’s ficaram autom√°ticas, so existe a necessidade de a meio da semana despejar o jerrican de √°gua usada porque leva menos litros e 1x por semana encher o aqu√°rio que leva a √°gua nova com 30L √°gua de osmose + 1Kg de sal, ligar uma Tunze 3000 l/h que trata durante 24h de misturar o sal com a √°gua. Assim as TPA’s como s√£o graduais tamb√©m provocam menos altera√ß√Ķes ao¬†par√Ęmetros¬†da √°gua e tornam o sistema mais¬†est√°vel.

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Cura Rocha- Viva & Morta (Português)

Quando se começa a montagem de um aquário de recife, um ponto muito importante para o mesmo é a rocha que devemos colocar. Temos que decidir que quantidade de rocha, que tipo de rocha e a qualidade da mesma. Normalmente nas lojas Portuguesas é costume encontrar rocha Indonésia, Indonésia premium e Fiji. Existem muitos outros tipo no entanto foram estas duas as mais comuns que fui encontrando.

Existe também quem adicione rocha que vem de outras montagens, mas essa situação so acontece quando existe essa possibilidade, no entanto é preciso acautelar sempre que seja rocha nova ou de outro aquário á qualidade da mesma.

Normalmente podemos separar a rocha em 2 tipos. Rocha morta, isto é, rocha que foi retirada do mar/aquário e que foi colocada a secar perdendo todos os microorganismos e vida que continha. Esta costuma ser sempre mais barata.

Existe igualmente rocha viva, isto √©, rocha que¬†mant√©m¬†toda a sua vida e microorganismos e portanto ir√° serve um “filtro” muito importante para alojar bact√©rias.

Antes de se colocar estas rochas no aquário deve-se proceder a um tratamento à parte das mesmas em recipientes durante algumas semanas de modo a garantir que ela vai entrar no aquário já com o ciclo iniciado.

O que vou descrever a seguir é a forma de como eu tratei 50Kg de rocha (22Kg viva + 28Kg morta) para o meu aquário de 430L de modo a garantir que começava com o pé direito logo ao encher o aquário pela 1ª vez.

A rocha viva usada foi a seguinte:

Devido a todo o processo de apanha e transporte a rocha¬†n√£o¬†chega nas melhores condi√ß√Ķes a nossa casa portante torna-se importante trata-la.

Cura da rocha viva Fiji 22Kg:

  • Cubo com dimens√Ķes 50*50*50;
  • Come√ßou com 40-50 litros de agua e foi gradualmente subindo at√© encher;

  • Salinidade 1.025;
  • Temperatura 25 ¬ļC;
  • Coloquei uma bomba Tunze 3000l/h mais uma SunSun 3500 l/h para manter a √°gua em alta turbul√™ncia com o objectivo de garantir o maior fluxo de √°gua e a liberta√ß√£o de mat√©ria morta;

  • O escumador entrou depois e la ficou a funcionar e a tirar porcaria do cubo e assim ajudar a baixar os valores de No2, No3;
  • Per√≠odo de 3 semanas que a rocha teve a ciclar, no entanto √° segunda semana ja estava impec√°vel;
  • A rocha √© muito boa. Muito porosa e cheia de vida e so assim se explica esta r√°pida recupera√ß√£o;
  • Algumas mudan√ßas de √°gua de 50% ao incio, mas no total foram somente umas 5. (ao tar num cubo n√£o gasto quase √°gua nenhuma ao mudar 50%, porque caso fosse no tanque principal gastava imensa √°gua e sal);
  • Neste per√≠odo foi usada agua da torneira com AquaSafe e uns dias de repouso. Eu sei que devia ter usado agua RO/DI, mas n√£o tinha a unidade de osmose instalada e propriamente calibrada;
  • Durante estas 3 semanas virei a rocha 2/3 vezes para ajudar a libertar mat√©ria morta. Obviamente que cada vez que mexia os valores de NO2 e NO3 at√© rebentavam a escala¬†icon_biggrin.gif;

Portanto basicamente a cura da rocha viva foi dessa forma e assim fiquei com a rocha em boas condi√ß√Ķes para entrar no¬†aqu√°rio¬†para a montagem.
Recomendo vivamente este processo. Tive imenso sucesso desta forma tendo inclusive a rocha viva desenvolvido algumas pequenas esponjas, coralina, etc durante o período no cubo mesmo com luminosidade praticamente nula.

Ao início os valores de NO2, No3 estavam tremendos, mas mas com o passar do tempo e a ajuda do escumador rapidamente os mesmos testes deram NO2 e No3 a níveis muito baixos e nessa altura percebi a quantidade de bactérias e a capacidade de filtração que as rochas acumulam.

Ciclagem de 28Kg de rocha morta:

  • Ficou repartida em 2 em tanques de pl√°stico √° parte tamb√©m durante 3 semanas;
  • Cada tanque teve um aquecedor com agua a 25 ¬ļC e uma bomba normalissima so a circular √°gua. O aquecedor foi para ajudar a degradar a mat√©ria morta. Para quem n√£o sabe a rocha morta √° simplesmente rocha viva mas que depois √© passada por Lix√≠via! A minha at√© trazia ainda um mini caranguejo perfeitamente conservado e umas esponjas e mais umas coisas. Portanto ja podem imaginar a quantidade assombrosa de lixo que estas rochas trazem;

  • Ciclou em √°gua doce;
  • Logo no primeiro dia agua super-amarela e um cheiro esquesito -> mudan√ßa total de √°gua;
  • Nos dias seguintes a agua ia ficando cada vez melhor. Mais algumas mudan√ßas de √°gua;
  • Na 2¬™ semana quando a rocha viva deu sinais de estar estabilizada e tudo a zeros por curiosidade medi o NO2 da rocha morta e claro valores de rebentar a escala porque afinal de contas a rocha est√° morta;
  • Desde o primeiro dia adicionei em grandes quantidades de Sera Nitrivec para tentar colonizar a rocha e combater o NO2 e NO3, mas digo-vos que nao teve grande sucesso;

Portanto a rocha morta acabou por ser a maior dor de cabeça. Não voltei a medir mais nenhuma vez o NO2 á 3ª semana portanto não sei com andava. Mas a rocha morta é assim, por isso é que é morta e não viva
Mas penso que foi uma boa forma de a limpar, de a tentar colonizar de forma artificial e de a preparar ao m√°ximo para entrar no tanque principal.
Nesta fase nunca misturei a rocha morta com rocha viva. Cada coisa para seu lado.

Após todo este processo que durou 3 semanas a rocha estava pronta para entrar para o aquário e assim ocorreu.
Espero que esta pequena descri√ß√£o da minha¬†experi√™ncia¬†nesta mat√©ria seja¬†√ļtil¬†a quem pretenda acrescentar rocha ao sistema ou montar um novo aqu√°rio.

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DIY Fan Cooling System (Português)

Um grande problema que os aqu√°rios de Recife enfrentam quando se aproxima a Primavera/Ver√£o s√£o as temperaturas muito elevadas. Para combater a temperatura podemos utilizar sistemas de ventoinhas, chillers/peltiers. Cada um destes sistemas tem vantagens/desvantagens.

Um sistema muito comum e extremamente barato é o de um sistema de refrigeração que utilize ventoinhas. Existem imensos sistemas destes á venda no mercado, no entanto todos estes sistemas á venda caem sempre nos mesmos problemas. Os problemas dos produtos comerciais que identifiquei são:

  • Uso de ventoinhas pequenas 60X60mm ou 80X80mm e consequentemente t√™m um fluxo muito baixo. Isto √© um problema muito grande quando queremos arrefecer 400/500 litros de √°gua. N√£o vai ser com este tipo de ventoinhas que o vamos conseguir fazer.
  • As marcas mais baratas usam ventoinhas de qualidade duvidosa, enquanto que as marcas mais caras s√£o caras demais para aquilo que oferecem.
  • O suporte da ventoinha que a prende ao vidro do aqu√°rio acrescenta um bocado √† altura da ventoinha e isto tr√°s problemas, nomeadamente com a altura da calha.¬† Estes sistemas comerciais mesmo usando pequenas ventoinhas t√™m um altura tal que acaba por bater na calha de ilumina√ß√£o e invalidar a sua instala√ß√£o.

De modo a contornar todos estes problemas decidi fazer um sistema de cooling de ventoinhas baseado em sistemas de outros aquariofilistas que também identificaram estes problemas e fizeram os seus próprios sistemas.

A sua construção foi muito simples e so necessitou dos seguintes materiais/equipamentos:

  • Transformador Externo Universal 12V – 1000 mA:

12v wall adapter

  • Calha de alum√≠nio (n√£o enferruja e corta-se facilmente com uma serra) que encaixa no vidro (em forma de “U” e como o vidro tem 12mm, esse “U” tem 15mm) e uma outra calha que faz o suporte as ventoinhas(em forma de “L” de modo a encaixar la a ventoinha, furar e aparafusar a ventoinha ao suporte) depois √© so colar as 2 calhas com silicone. Podem encontrar isso tudo no AKI por exemplo;
  • Silicone + Serra ferro (podem encontrar no AKI por exemplo);

y fan cable 3 pin

AIR FLOW 65 m^3/h (38 Cfm)

RUIDO 21 dB/A

ALIMENTAÇÃO: 6 a 13V

NoiseBlocker 92mm XE2

Desta forma pretende-se obter o seguinte esquema ligado em paralelo:

A utilização de ventoinhas de 92mm tem a ver com o facto de ser a altura máxima que tinha disponível entre a calha e o vidro do aquário. Cada uma destas ventoinhas consome 0.11A, portanto utilizando o transformador anteriormente referido é possível ligar 9 ventoinhas destas perfazendo no total 990mA.

Finalmente chegou-se ao resultado final:

Este tipo de sistema é extremamente fácil de fazer, é muito barato e permite utilizar ventoinhas de boa qualidade com baixo ruído e boa capacidade de deslocação de ar. Como o transformador indicado é regulável e caso se queira ter um sistema ultra-silencioso é possível baixar a voltagem directamente no transformador e consequentemente reduzir a rotação das ventoinhas e barulho produzido, no entanto estas ventoinhas mesmo a 12V são extremamente silenciosas.

Este sistema está ligado ao controlador de temperatura Forttex TC10 Digital Controller e até ao momento tem funcionado de forma perfeita e estou completamente satisfeito. De relevar também que estas ventoinhas têm um consumo eléctrico muito baixo. Podem-se utilizar ventoinhas de dimensão superior e/ou inferior desde que se acautele o consumo em mA (mili-Amperes) de forma a não ultrapassar aquilo que o transformador fornece.

Sistemas chiller/peltier

√Č tamb√©m poss√≠vel utilizar sistemas baseados em chiller/peltier que s√£o substancialmente mais caros e consomem imensa energia, no entanto em zonas do globo onde as temperaturas atingem valores extremamente elevados, s√≥ usando estes sistemas se consegue reduzir a temperatura da √°gua.

Exemplos de chiller e um sistema DIY baseado em Peltier:

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